Surgido nos Estados Unidos no final do século passado, o movimento Outubro Rosa a cada ano vem ganhando novos apoiadores em escala mundial. A ideia é iluminar na cor rosa prédios públicos, teatros, monumentos, etc., alertando a opinião pública sobre a importância da mamografia periódica para todas as mulheres com mais de 40 anos e do diagnóstico precoce.
Não se sabe ao certo quem, quando e onde iluminou pela primeira vez um prédio, mas essa tem sido uma manifestação marcante em várias nações durante o mês de outubro, e hoje além do show de luzes há outras atividades celebrativas, como corridas e desfiles de moda com as sobreviventes do câncer.
No Brasil, o movimento tem apoio da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) e várias cidades se envolvem na campanha. Entre os prédios e monumentos famosos iluminados, se destacam a estufa do Jardim Botânico de Curitiba, o Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, o Obelisco do Ibirapuera em São Paulo e o próprio Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
Lembrando que o exame mamográfico é o melhor meio para detectar tumores ainda em fase inicial, possibilitando a cura em até 95% dos casos. Segundo a American Cancer Society, cerca de 1,3 milhão de mulheres no mundo são diagnosticadas com câncer de mama anualmente e 465 mil morrem por causa da enfermidade. Detalhe: a doença ainda afetará a vida de mais de 49 mil brasileiras até o final deste ano.
A FEMAMA vem difundindo estas informações entre o público feminino há tempos e tem como madrinhas de campanha nomes como: Antonia Mayrink Veiga, Maitê Proença, Marisa Orth, Paula Lavigne e Claudia Abreu, que têm a missão de incentivar hábitos mais saudáveis e o autocuidado.
O nome da campanha remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano, Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.
A história do movimento remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade. Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa.
Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche, etc.
A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros, etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.
A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.
A história do movimento remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade. Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa.
Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche, etc.
A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros, etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.
A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.




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