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Maioria das adolescentes brasileiras não pede que parceiros usem camisinha

Pois 67% das adolescentes de até 19 anos não pedem para o parceiro usar preservativo na relação sexual no Brasil. Este foi um dos achados da pesquisa coordenada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), em parceria com a Bayer.

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Arte: O Dia (RJ).
Cerca de 5 mil adolescentes de vários países participaram do estudo, que envolveu 1,9 mil meninas no Brasil, que responderam a várias perguntas sobre sexo e relacionamento. Segundo a pesquisa, 33% das jovens relataram sua primeira relação sexual antes dos 16 anos.
Do total de entrevistadas, 67% não pedem para o parceiro usar preservativo em todas as relações sexuais. “Elas têm medo de o parceiro achar que, pedindo pra usar o preservativo, elas estejam insinuando que ele é promíscuo. Têm medo de serem taxadas de promíscuas também”, explica Arícia Giribela, da Comissão de Anticoncepção da Febrasgo.
“Isso é preocupante. Pelo menos um terço dessas meninas admite fazer sexo casual. Não adianta só tomar pílula, pois isso não previne contra doenças. É preciso se prevenir contra o HIV com camisinha”, ressaltou Arícia.

FONTE: Agência Patrícia Galvão / O Dia

Pílula do dia seguinte vira medicamento de rotina

Anticoncepcional de emergência, a chamada "pílula do dia seguinte" vem sendo usada cada vez mais pelas mulheres, em especial as adolescentes, como medicamento de rotina.
Embora não haja estatísticas oficiais no Brasil, relatos de ginecologistas e hebiatras (médicos especializados em adolescentes) alertam sobre o problema. 


"Já atendi adolescente que em três meses tomou a pílula do dia seguinte quatro vezes", diz o presidente do Departamento da Saúde do Adolescente da Associação Médica, Paulo César Ribeiro, que explica que o medicamento só deve ser tomado em casos de emergência - quando há violência sexual, rompimento da camisinha ou se a mulher se esquecer de tomar o anticoncepcional.
Os efeitos colaterais do medicamento são desequilíbrio hormonal, náuseas, cefaleias (dores de cabeça) e até mesmo AVC (Acidente Vascular Cerebral). "É um medicamento que deve ser administrado somente em urgência ou esporadicamente. A concentração hormonal nele é muito alta", diz o ginecologista Aguinaldo Lopes, professor da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
Na opinião do psicanalista Valdeci Fernandes Buzon, "indiretamente, a pílula do dia seguinte estimula a relação sem o uso do preservativo".
O hebiatra Paulo César Ribeiro explica que, além dos riscos em função da alta dosagem de hormônios do medicamento, o uso contínuo faz com que a eficácia caia em 50%.

FONTE: R7 Notícias

Mães com HIV podem amamentar, afirma estudo

Na África, o Estudo Mma Bana (Mãe e Bebê, em língua setswana) concluiu que as mulheres com HIV que recebem determinadas combinações de antirretrovirais podem amamentar de forma segura. 

O inovador estudo feito em Botsuana foi o primeiro de uma série na África para comparar os diferentes regimes de terapias antirretrovirais altamente ativas (TAAA) durante a gravidez e a amamentação. A pesquisa neste país, feita pela Associação Instituto Harvard-Botsuana para a Aids (BHP), mostrou a taxa mais baixa de transmissão de mãe para filho em comparação com outras realizadas no continente. O diretor do projeto, Joseph Makhema, afirmou que isto influenciou a Organização Mundial da Saúde a aconselhar o uso das TAAA.
Na XVIII Conferência Internacional da Aids, realizada em julho, em Viena, a OMS aprovou novas recomendações, dizendo que as mães podiam amamentar sem risco para os filhos se elas, ou seus bebês, recebiam antirretrovirais há mais de um ano. Mas há ainda muito medo entre as mães.

Projeto “Ayurveda para Mulheres”


Este pioneiro projeto no Brasil surgiu em 2007 da idéia da professora Sabrina Alves e da Dra. Brenda Kalil de oferecer a oportunidade às mulheres de auto-gestão ginecológica, espiritual e emocional através do conhecimento ayurvédico. O projeto ingressará agora em sua terceira fase.

Ayurveda traz o princípio feminino da criação e a ação manifesta na humanidade para usá-la. Significa dizer que temos em nossas mãos um sistema de auto-gestão. Que podemos ser co-criadoras, nós mesmas. Sermos responsáveis por nossas escolhas e saúde. Quebraremos mais um paradigma que perpetua na expressão: “O Doutô mandou!”.
Dizer “Ayurveda para mulheres” talvez possa ser quase redundância... Todos que trabalham nessa área sabem que a maioria das pessoas interessadas em cura no sistema ayurvédico são mulheres. Alguns homens, sim, buscam na intenção de compartilhar e também serem junto conosco co-criadores na forma essencial. Mas ainda temos nas mãos de poucos (em destaque) o conhecimento manifesto em forma retilínea, patriarcal, capitalista, portanto, que subjuga. 
Coordenado em São Paulo por Sabrina Alves, focalizadora de círculos femininos e terapeuta ayurveda, é movimentar todas as energias, em diversos âmbitos, para oferecer a quebra de paradigma de forma amorosa em um curso que pudesse capacitar, não só profissionais, mas “humanos-seres”, agentes de uma nova condição de intenção, onde a mulher é respeitada, reverenciada, integrada, considerando sua força de criação, manifestação e de partilha.

Projeto para todas as fases da mulher
O projeto é dividido em três fases: a primeira era a confecção e atuação em diversos estados do Brasil do “Workshop de Ayurveda para todas as Mulheres”, onde a idéia principal era levar esse conhecimento para as mulheres leigas sem conhecimento prévio de Ayurveda, de forma fácil e simples para ser utilizada no dia-a-dia. 
A segunda fase foi montar o “Curso Avançado de Ayurveda em Cuidados à Saúde da Mulher” com intenção de capacitar agentes para atender as novas necessidades das mulheres com cuidados do Ayurveda. Este projeto está sendo colocado em prática desde julho de 2010, com um maravilhoso curso intensivo e de imersão, com a presença da maior autoridade ayurvédica ocidental, o Dr. Robert E. Svoboda, e da Dra. Claudia Welch, ambos dos EUA, com intenção de levar o Ayurveda com abordagens de cuidados para todas as fases da mulher e os primeiros anos da criança, para que todos os profissionais estejam capacitados a atuar com prática em seus consultórios e no dia-a-dia.
A terceira fase, que está sendo implantada com a colaboração da Dra. Ana Paula Izzo (médica ginecologista e obstetra), é realizar tratamentos e retiros específicos para as mulheres, com acompanhamentos da vida intima feminina, gestação, parto e pós-parto e o climatério/menopausa. Em breve, divulgaremos a todos.

Gravidez natural para mulheres soropositivas

Médicos apoiam. Documento do Ministério da Saúde orientará sexo sem camisinha para os pacientes com aids.

Especialistas em aids apoiam a intenção do governo de orientar soropositivos que querem ter filhos a engravidar naturalmente, desde que respeitem condições específicas. Em junho, o Ministério da Saúde pretende lançar documento que instrui esses casais sobre a forma mais segura de reprodução natural.
De acordo com Andrea da Silveira Rossi, consultora indicada pelo ministério para falar sobre o tema, a estratégia de redução de riscos inclui: fazer sexo desprotegido na data exata do período fértil; estar com a carga viral baixa; ter o CD4 (células de defesa) elevado e não ter outras doenças.
– Pessoas com HIV podem ter filhos. A transmissão depende da quantidade de vírus presente no sangue. Se a carga viral estiver baixa e a doença, rigorosamente controlada, o risco de transmissão é praticamente zero – afirma o infectologista Ésper Kallás, professor da USP.
Segundo Kallás, estudos internacionais envolvendo gravidez de casais em que apenas um tinha o vírus não detectaram transmissão – o que reforça a tese de que, em casos especiais, o risco é mínimo.
– Isso é tão verdade que a Suíça, por exemplo, abre a possibilidade de casais com a carga viral controlada não precisarem usar camisinha em todas as relações sexuais – diz Kallás.
Juvêncio Furtado, membro do comitê de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia, diz que nos últimos dois anos atendeu seis casais nessas condições.
– Nenhum parceiro se contaminou e todos os bebês nasceram saudáveis – destaca.
Mas tanto Kallás quanto Furtado reforçam que a orientação não pode ser generalizada.
– Não dá para os pacientes tomarem a decisão sozinhos. É preciso ter certeza de que essa é a melhor solução – diz Kallás.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que ainda não tomou uma decisão sobre o documento.
– O que nós queremos é que todas as brasileiras que queiram ter filhos os tenham em condições seguras para si e para os seus bebês. Mas ainda não há nenhuma definição de como isso vai ser feito – afirmou.

Fonte: ZH

Alô, mamãe: que tal um banho de ofurô pro bebê?

Procure no Google e você vai encontrar ofurôs infantis no estilo clássico, de madeira, com alguns detalhes decorativos dando clima. Mas que tal optar por um básico balde de água? Yes, pra acalmar a ansiedade dos bebês e para fazê-los retomar o contato com o ambiente aquático, nada melhor do que ir enfiando as crias num balde alto com água morninha e muita diversão. Funciona!!!

A exemplo dos banhos de ofurô, prática antiga no Oriente, podemos dar uma bela adaptada e criar uma opção diferente para o banho do bebê.
O esqueminha oferece oportunidade de relaxamento através da imersão na água quente (37 a 38ºC), além de ter funções analgésicas e organizadoras, imitando o ambiente intra-uterino. Este conjunto de sensações permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês.
O ideal são os baldes semi-transparentes, para maior controle, sendo que o tamanho ideal é 33 cm de altura x 32 cm de diâmetro. Observe também para que o balde tenha alça e bordas reforçadas e bico para escoamento. Não é necessário uso de banheira.

Os banhos podem ser dados desde o primeiro dia de vida até quando o bebê ainda couber no balde (tipo 4 a 6 meses de idade). Nas primeiras semanas, é preciso ajuda para que um adulto segure o bebê e o outro passe sabonete. Depois de um tempo, o bebê fica mais firme e uma só pessoa pode dar conta.
Se for de preferência dos pais, o bebê pode usar o ofurô só para relaxar, depois de um banho na banheira tradicional. O bebê pode ser banhado embrulhado (para relaxamento) ou nu (se for feita higiene também).
Pois o sistema do balde realmente funciona e tem até cursos de treinamento para as mãe. Ofurô de bebê relaxa, tira as dores, organiza... Dá também até pra limpar a sujeirinha se quiser, hehe.

CONHEÇA MAIS
http://ninabebes.blogspot.com/2009/08/o-balde-ofuro.html

VEJA BOAS DICAS EM VÍDEO

PROGRAMA "VIDA E SAÚDE"/ RBS TV



FONTE: OutroMundo/Só notícia boa

Fibras podem inibir ovulação

Instigante! Mulheres que ingerem as doses recomendadas de fibra podem ter níveis mais baixos de estrogênio e ovular com menos frequência do que aquelas que consomem menos fibras.

A conclusão é de um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
O trabalho também afirma que o alto consumo de fibras foi associado a um risco mais elevado de ciclos menstruais anovulatórios, em que os ovários não liberam o óvulo. Aquelas com a taxa mais alta de consumo (22g por dia ou mais) tinham maior probabilidade de um ciclo anovulatório em dois meses. Após ajustes para fatores que afetam a ovulação, como exercícios e ingestão calórica, o consumo de fibras foi associado a um risco dez vezes mais alto de anovulação.

FONTE: BLOG DO VIDA

Campanha "Machismo não combina com saúde"

Quando a questão é cuidar da própria saúde, homem é muito negligente. Para combater a tendência, movimento estimula a participação de homens nos serviços de saúde e sensibiliza profissionais da área sobre a importância de trabalhar com o público masculino.

“Ser homem é ser forte, superior”. “Não tenho tempo pra me cuidar!”. Essas frases bastante repetidas no cotidiano, principalmente, pelo público masculino revelam o machismo e a negligência dos homens quando o assunto é cuidar da própria saúde. Por entender que este é um problema de saúde pública e envolve não só a preocupação individual, mas também a própria estrutura dos serviços de saúde, o Instituto PAPAI iniciou a “Campanha Machismo não combina com Saúde!” O lançamento ocorreu em Recife durante o IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, maior encontro da área no País, reunindo 6 mil pessoas, entre estudantes, pesquisadores e profissionais de saúde.

Números – Um estudo específico sobre a saúde da população masculina lançado pelo IBGE revelou que os homens apresentam maior mortalidade em todas as idades, até os 79 anos. Além disso, a expectativa de vida da população masculina é 7,6 anos abaixo das mulheres. No quesito adoecimento e internação, quando são jovens, na faixa de 15 a 29 anos, a hospitalização dos homens é motivada, sobretudo, por lesões externas (28,4%). Destaque também para o uso/abuso do álcool (1/3 dos casos). De 30 a 50 anos, destacam-se doenças do aparelho digestivo (15,3%) e circulatório (14,9%).

Política Nacional – Em agosto, foi lançada pelo Ministério da Saúde, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Contudo, a nova norma do SUS individualiza o problema sobre a baixa procura dos homens aos serviços de atenção básica à saúde e não explora os motivos que levam o público masculino a ter a expectativa de vida abaixo das mulheres. Para o Instituto PAPAI, a política de saúde voltada aos homens deve estar baseada em estudos que identifiquem as questões de gênero associadas à menor procura deste público aos serviços de saúde, assim como ao seu processo de adoecimento e mortalidade.

FONTE
http://www.papai.org.br

Outubro Rosa mobiliza cuidados contra o câncer de mama

Surgido nos Estados Unidos no final do século passado, o movimento Outubro Rosa a cada ano vem ganhando novos apoiadores em escala mundial. A ideia é iluminar na cor rosa prédios públicos, teatros, monumentos, etc., alertando a opinião pública sobre a importância da mamografia periódica para todas as mulheres com mais de 40 anos e do diagnóstico precoce.
Não se sabe ao certo quem, quando e onde iluminou pela primeira vez um prédio, mas essa tem sido uma manifestação marcante em várias nações durante o mês de outubro, e hoje além do show de luzes há outras atividades celebrativas, como corridas e desfiles de moda com as sobreviventes do câncer.

No Brasil, o movimento tem apoio da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) e várias cidades se envolvem na campanha. Entre os prédios e monumentos famosos iluminados, se destacam a estufa do Jardim Botânico de Curitiba, o Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, o Obelisco do Ibirapuera em São Paulo e o próprio Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
Lembrando que o exame mamográfico é o melhor meio para detectar tumores ainda em fase inicial, possibilitando a cura em até 95% dos casos. Segundo a American Cancer Society, cerca de 1,3 milhão de mulheres no mundo são diagnosticadas com câncer de mama anualmente e 465 mil morrem por causa da enfermidade. Detalhe: a doença ainda afetará a vida de mais de 49 mil brasileiras até o final deste ano.
A FEMAMA vem difundindo estas informações entre o público feminino há tempos e tem como madrinhas de campanha nomes como: Antonia Mayrink Veiga, Maitê Proença, Marisa Orth, Paula Lavigne e Claudia Abreu, que têm a missão de incentivar hábitos mais saudáveis e o autocuidado.

Como surgiu
O nome da campanha remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano, Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.
A história do movimento remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade. Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa.
Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche, etc.
A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros, etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.
A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

Um dia só mas faz diferença, sim!

Participe da Campanha Segunda Sem Carne: uma vez por semana, elimine a carne do seu cardápio. Você pode conhecer os restaurantes vegetarianos ou simplesmente montar um cardápio sem nenhum tipo de carne. É uma ação simples e de grande impacto.

Surgido nos EUA em 2003, movimento que procura diminuir o consumo de carne ganha adeptos em vários lugares do mundo e ficou famoso quando o ex-Beatle Paul McCartney lançou a campanha na Grã-Bretanha.
Pois no Brasil o movimento "Segunda Sem Carne" decola em 3 e 4 de outubro no Parque Ibirapuera/SP, incentivando as pessoas a deixarem de consumir carne pelo menos uma vez por semana. Em toda segunda-feira, você terá esse chamado de redescobrir sabores e ampliar o repertório de alimentos do seu cardápio, ajudando a própria saúde e a do planeta.
A Campanha é uma promoção da Sociedade Vegetariana Brasileira e da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, com apoio do Greenpeace, do Instituto Pólis, do Slow Food São Paulo, Revista dos Vegetarianos, Agência de Notícias de Direitos Animais, Instituto Nina Rosa, entre outros.

Entre na comunidade Segunda Sem Carne e apoie a Campanha
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=91831909
Acompanhe as novidades em
http://www.svb.org.br/segundasemcarne
e no blog
http://diasemcarne.wordpress.com
Cobertura de lançamento em http://www.vidavegetariana.com/site/especiais.php?page=especiais/segunda-sem-carne/index

Pelas Pessoas. Pelos Animais. Pelo Planeta.

ABSOLUTA parabeniza à SBV e sua presidente Marly Winckler pela bela iniciativa.

Datafolha: 31% das mulheres nunca fizeram exame de mama

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha mostra que 31% das mulheres brasileiras nunca fizeram exames para detectar câncer de mama, sobretudo as que usam o sistema público de saúde.

O levantamento, encomendado pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), mostra ainda que 14% das entrevistadas não sabem o que fazer para se prevenir. Mais de 1,8 mil mulheres com idade entre 35 e 65 anos, moradoras de 17 capitais brasileiras, foram ouvidas.
Outro alerta levantado pela pesquisa é de que apenas 17% das entrevistadas procuraram algum especialista diante da suspeita de câncer de mama. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que 48 mil novos casos da doença foram detectados no Brasil apenas em 2008.

FONTE: Agência Brasil

Inteligência emocional melhora o sexo

Mulheres emocionalmente inteligentes aproveitam mais o sexo, segundo uma pesquisa do King’s College de Londres publicada pelo The Journal of Sexual Medicine. A pesquisa comparou 2.035 irmãs gêmeas, que responderam a questionários, e constatou que aquelas com maior inteligência emocional – a capacidade de reconhecer e conduzir sentimentos próprios e alheios – tinham mais orgasmos e uma vida sexual mais satisfatória.

A inteligência emocional parece ter uma incidência direta no funcionamento sexual das mulheres, ao influenciar em sua capacidade para comunicar suas expectativas e desejos sexuais ao parceiro – disse a psiquiatra Andrea Burri, diretora da pesquisa. Isto tem a ver também, acrescentou Burri, com a capacidade de cada mulher de ter fantasias durante o sexo e com sua sensação de controle durante o ato. De acordo com os especialistas, um terço das mulheres tem dificuldades para atingir o orgasmo durante o sexo ou não consegue obtê-lo.
Tim Spector, coautor do estudo, disse que a inteligência emocional é uma vantagem em muitos aspectos da vida, incluindo a vida íntima.
– O estudo ajudará muito a desenvolver tratamentos cognitivos e do comportamento para melhorar a vida sexual – acredita Spector.
Paula Halle, psicoterapeuta, acredita que a inteligência emocional é de grande importância para a resolução de problemas, incluindo aqueles relacionados às questões sexuais.
– A maioria das mulheres, e também dos homens, terá problemas desse tipo em algum momento da vida. Frequentemente, é uma questão pontual, relacionada a cansaço, estresse ou problemas na relação de casal – diz Paula.
Fonte: The Journal of Sexual Medicine (jsm.issir.org/)